Nova Veneza terá Noite Cubana
“Noche Cubana”, é um evento promovido pelas irmãs cubanas Ada e Yaneya e seus familiares.
Noche Cubana é o tema de um evento especial que terá especiarias e tradições cubanas neste sábado, 9, às 19, no Sítio Vilson Niehues, em Sanga Curta, na localidade de Rio Cedro Médio em Nova Veneza. A Noite Cubana está sendo promovida pelas irmãs cubanas Ada Columbie e Yaneya Marques que residem na cidade desde 2013. O ingresso está sendo vendido no valor de R$ 30.
“É um sonho desde que chegamos aqui. Fazíamos comida para amigos e sempre gostavam da comida cubana. Tivemos convites para fazer comidas para grandes grupos e sempre foi um sucesso. Era uma forma de as pessoas conhecerem nossa comida e nossa cultura. Decidimos então fazer uma noite cubana, que seja representativa da cultura de nosso país, é uma ideia que estamos cozinhando faz algum tempo. Queremos que as pessoas conheçam a cultura de Cuba, pois muitas não sabem onde fica”, ressaltou a médica cubana Ada Columbie, que fez parte do programa federal Mais Médico.
Durante o evento será contada a história de Cuba e será realizada uma apresentação pelas irmãs. Será oferecido comida e bebidas cubanas tradicionais, como mojito cubano que é um famoso drink. “A comida cubana é muito parecida com a comida brasileira, temos o arroz, o feijão, mas feitas de formas diferentes e temperos diferentes”, revelou.
A expectativa é repetir o evento em diferentes locais ou em um espaço próprio.
O valor do ingresso é R$ 30 e pode ser adquirido através dos contatos:
Ada Columbie: (48) 99810-1341
Yaneya Marquez Silot – (48) 99605-0233
Kariellis Columbie – (48) 99930-0477

Trajetória
Yaneya Marques foi a primeira a chegar ao Brasil em 2013 e se instalou em Nova Veneza. Já Ada Columbie chegou ao país em 2014, passou pela Bahia, Içara, Balneário Rincão e finalmente se reuniu com a irmã. Ao longo do tempo conseguiram trazer outros familiares. Com o fim do programa federal Mais Médico as irmãs precisam realizar uma prova para revalidar as qualificações como médicas e fazer o registro para poderem exercer a profissão de medicina.
“A vida não tem sido fácil depois que acabou o contrato do Mais Médicos. Iniciamos fazendo marmitas, mas eram muitos pedidos e não tínhamos como nos manter e precisávamos de um trabalho fixo”, contou Ada que trabalhou em restaurantes e recentemente em uma farmácia.






