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Neovenezianos contam sobre os dias de voluntários nas Olimpíadas Rio 2016

Juliano Mondardo Dal Molin e Jadson Barbosa participaram como voluntários durante o evento realizado no Rio de Janeiro.

Durante as Olimpíadas Rio 2016, Nova Veneza contou com dois voluntários que participaram da organização do evento. Selecionados pelo Programa de Voluntários, Juliano Mondardo Dal Molin participou na área de transporte do vôlei de praia e Jadson Barbosa foi voluntário no Centro de Comunicação do Rio Centro.

Jadson Barbosa, 23 anos, neoveneziano que mora atualmente em Florianópolis, é fã de esportes e se inscreveu no Programa de Voluntários em 2014. No Centro de Comunicação do Rio Centro, área de atuação, foram disputados Badminton, Boxe, Tênis de Mesa e Levantamento de Peso. Lá ele participou do gerenciamento das conversas de rádio dos pavilhões, desde assuntos médicos, de atletas e de segurança.                       

“A experiência foi sensacional. No meu setor tinham voluntários da Alemanha, México e Colômbia, além de muitos cariocas. Todos eram muito prestativos e o clima de descontração na área de trabalho era muito legal. Fiz amigos lá, fizemos várias coisas juntos, inclusive fora do horário de trabalho. Sempre fomos muito bem tratados pelo comitê Rio 2016, ganhamos vários brindes, ingressos para as competições e a alimentação era bem completa. Ruim é que o Parque Olímpico esta localizado em uma região bem afastada do centro do Rio, então o deslocamento para chegar ao local de trabalho era de aproximadamente 1h30min, o que acabava sendo bem cansativo”, contou.

O jovem passou 21 dias no Rio de Janeiro e perdeu três semanas de aulas na faculdade, mas conseguiu recuperar as provas. Entre suas preocupações durante a estadia na cidade maravilhosa estava à violência.

“Eu estava com muito medo da violência no Rio de Janeiro, mas a Força Nacional e a polícia estavam por todo canto, tanto é que nunca ouvi nenhum relato de alguém que tivesse passado por apertos. No início eu ia ficar hospedado em uma amiga em Niterói, mas estava demorando quase três horas até o Parque Olímpico. Então conversei com um amigo que conheci em um grupo de esportes olímpicos que eu faço parte, morador no Flamengo, e fiquei na casa dele que é muito mais perto. Dormi duas semanas em uma rede, mas não foi problema algum. O clima olímpico não estava presente somente nos locais de competição, era possível ver isso nas ruas e na hospitalidade dos cariocas”, relatou.

Barbosa teve contato com países como Estados Unidos, Coréia, Colômbia e Quirguistão, conheceu atletas como Poliana Okimoto, Arthur Zanetti, Arthur Nory, Yane Marques, Robson Conceição e Gustavo Kuerten.     

“É um clima sensacional. Nunca tinha visto pessoas de tantos países num lugar só, todas torcendo e festejando, unidas pelo Movimento Olímpico. O Parque Olímpico era uma verdadeira festa, o Brasil adicionou o seu gingado e suas cores de maneira excelente nesse grande evento”, destacou.

Juliano Mondardo Dal Molin, 24 anos, que mora em São Bonifácio, conhecida como Vila Seca, no interior de Nova Veneza é presidente da Fundação do Meio Ambiente, também se inscreveu no Programa de Voluntários em 2014 e participou durante dez dias na área de transporte do vôlei de praia, em Copacabana.

“Foi uma experiência única. O Rio de janeiro já é lindo e com as Olimpíadas estava ainda mais. Fiz parte da equipe do vôlei de praia, fui uma das pessoas que contribuiu e fizemos uma operação com sucesso. Foi um aprendizado trabalhar na realização de um evento. Pude conviver com os melhores atletas do mundo e outros voluntários do Brasil e de outros países”, salientou.

Dal Molin é atleta nas horas vagas e possui o recorde estadual de lançamento de dardos.

Você pode relembrar os textos pelos links: http://novavenezaonline.com.br/noticias/geral/1402-neoveneziano-e-selecionado-para-trabalhar-como-voluntario-nas-olimpiadas-rio-2016

http://novavenezaonline.com.br/noticias/geral/1533-neoveneziano-participa-como-voluntario-das-olimpiadas-rio-2016