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Dos últimos sete ex-presidentes do país, apenas dois não foram presos ou respondem inquéritos

Dos últimos sete ex-presidentes do país, apenas dois não foram presos ou respondem inquéritos.

Só sobrou dois.

Fazendo as contas de cabeça, rapidamente, na lista dos ex-presidentes que assumiram o comando do país após a redemocratização, apenas o já falecido Itamar Franco e Fernando Henrique Cardoso escapam dos inquéritos e condenações. Vamos a lista: 

José Sarney: conta com duas acusações na Operação Lava-Jato, por ter recebido propina; 
Fernando Collor: sofreu impeachment e também é acusado de receber propina no escândalo do petrolão; 
Lula: Condenado a 12 anos de prisão por corrupção e lavagem de dinheiro; 
Dilma Rousseff: após sofrer impeachment no seu segundo mandato por conta de irregularidades nas contas do governo, também foi acusada de corrupção e lavagem de dinheiro na Operação Lava-Jato; 
Michel Temer: Preso por uma operação braço da Lava-Jato, e solto após receber Habeas-Corpus. 

Nesta lista estão cinco dos sete ex-presidentes após a ditadura militar, os principais representantes do nosso país não servem de exemplo para nenhum cidadão, pois são acusados e até condenados por crime comum. Isso ajuda a explicar a situação caótica que vivemos com a falta de infraestrutura, saúde, educação e segurança. 

Amigo, agiliza per favore. Io quero velocità! 

A referência acima, ao filme ‘Meu nome não é Johnny’, não foi em vão. O filme teve cenas gravadas nas gôndolas de Veneza, na Itália. A cena, poderá se repetir aqui em nossa Nova Veneza.  

Buscando se aproximar ainda mais da cidade italiana, entrou na pauta do Poder Executivo municipal, a criação de um projeto para a construção de um canal na rua Nicolau Pederneiras, para a navegação da gôndola. Os moradores que seriam afetados pela modificação, que impediria a passagem de carros no local, aprovaram a ideia de imediato. 

A rua que passa em frente à praça Humberto Bortoluzzi, por enquanto fica fechada na maior parte do dia, por conta das obras de implantação da rua coberta. 

Enxugando a maquina 

O governador Carlos Moisés entregou nas mãos do presidente da Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc), deputado Julio Garcia, nesta segunda-feira (25), o projeto da reforma administrativa. A economia será de R$ 124 milhões por ano, totalizando aproximadamente R$ 500 milhões até o termino de seu mandato. Mais de dois mil cargos comissionados serão cortados. 

A economia é expressiva e importante para o estado que está com a saúde financeira comprometida. Causa até certo espanto a demora do governador em apresentar o Projeto de Lei, se passaram mais de cinco meses desde sua eleição. 

Novo comando 

Ocorre na próxima segunda-feira (1), a Conveção Municipal do PSDB de Nova Veneza, o evento ocorrerá na Camara de Vereadores e decidirá quem assumirá o comando da executiva municipal. Aroldo Frigo Júnior se despedirá do cargo que ocupa desde 2017.