Neoveneziano lança o livro: A Mim Mesmo e a Quem Mais Interessar
O livro reúne uma coleção de pensamentos, comentários e máximas inspirados em leituras e reflexões sobre o comportamento humano.
Escrito pelo neoveneziano Mário César Baldessar Moro o livro “A Mim Mesmo e a Quem Mais Interessar – Aforismos da minha filosofia” foi lançado no final de agosto pela editora Giostri de São Paulo. O livro reúne uma coleção de pensamentos, comentários e máximas inspirados em leituras e reflexões sobre o comportamento humano.
Mário César Baldessar Moro, de 27 anos, é filho de Valdenir Moro, conhecido como Castelo, e de Marlene Baldessar, irmão de Mariana e Juliana, e neto de Mário Moro. Estudou nos colégio Abílio César Borges e Humberto Hermes Hoffmann. Iniciou a faculdade de Psicologia, mas não se identificou com a profissão. Atualmente trabalha em uma empresa de laticínios. Gosta de livros, de música eletrônica, de ver jogos de futebol amador da região, de andar de bicicleta e de moto pelo interior.
Segundo o escritor a ideia do livro nasceu quando estava lendo o livro “Meditações” de Marco Aurélio e utilizando uma linguagem livre começou a escrever na forma de aforismos suas ideias.

“Esse é um livro com uma linguagem extremamente livre. Muitas vezes alterna entre um humor escrachado e uma seriedade grave, sem avisar, e sempre com muita concisão. Cada um escreve o que pensa e o que vive. Marquês de Maricá escreveu 4188 máximas, a maioria delas sobre revoluções políticas, velhacaria e tolice, velhice e mocidade, virtudes e vícios. Eu escrevo sobre timidez, dificuldade em se relacionar com mulheres, carência afetiva, entre muitas outras coisas. Sempre de uma forma que busque tocar o máximo possível de leitores. Nesse livro eu me exponho bastante. Me cobro sobre meus defeitos como ser humano e sobre o que poderia fazer de melhor. Falo também sobre as injustiças do mundo, sempre de forma bastante crítica. É um livro sobre contradições. Eu denuncio as minhas próprias contradições, as contradições das outras pessoas e as da sociedade. O que está nesse livro é as minhas crenças, os meus valores, as minhas visões de mundo, que podem muitas vezes conflitar e contradizer as do leitor, o que é normal em qualquer livro, mas nesse especialmente por se tratar de uma linguagem bastante direta e sagaz”, ressaltou o escritor.
O autor usa uma linguagem livre e excêntrica onde cada parte do livro é diferente uma da outra. São 487 aforismos com mensagens diferentes em cada um deles. “Eu procuro expor ao máximo a minha lógica e a minha razão. Mas como eu costumo dizer, não existe apenas uma lógica e uma razão; existem tantas lógicas e razões quanto o número de cabeças humanas. E se levarmos em consideração que a nossa lógica e a nossa razão são determinadas em parte pelas nossas emoções e interesses, então podemos dizer que existem infinitas lógicas e razões. O que eu procuro fazer é expor minhas opiniões sobre as coisas com o máximo possível de contundência”, explicou.
Entre as inspirações estão observações do cotidiano, senso crítico e filósofos estoicos como Marco Aurélio, Epicteto, Sêneca, o filósofo espanhol Baltazar Gracián e os filósofos moralistas franceses La Bruyère e La Rochefoulcaud.
O autor levou quatro meses para escrever o livro. “Poderia ter levado mais tempo. Tem algumas partes um tanto simplistas e que poderiam ser mais elaboradas. Mas o livro é este e talvez nem em uma possível segunda edição terá partes modificadas. Achei bem rápido o tempo que levei para escrever esse livro. O processo de escrita se dava anotando ideias que surgiam e mais tarde escrevendo-as no computador. Escrevi bastante ouvindo música do gênero eletrônico uplifting trance, que é meu estilo de música preferido e que me inspira bastante”, contou.
Moro tem ideias para mais livros e já está escrevendo o segundo livro que é baseado no primeiro. “Nele, eu pego partes selecionadas desse e amplio meus conceitos, minhas teorias, minhas visões sobre os temas em questão, com o objetivo de melhorar minha escrita e minha maneira de me comunicar. Também conterá relatos de algumas experiências minhas, sempre de forma direta e concisa. Minha meta é sempre expressar o máximo possível de significado utilizando o mínimo possível de palavras. Tenho também outras ideias que estão apenas em fase inicial. O que posso falar é que a minha carreira de escritor terá mais de dois livros”, salientou.







