Padre Vilmar Moretti retorna para Nova Veneza
Segundo o religioso o que mais lhe marcou nestes 36 anos de sacerdócio foi a experiência de ter trabalhado junto do Cônego Amilcar Gabriel.
Após 12 anos, o padre Vilmar Moretti retorna à Igreja Matriz São Marcos, a missa de posse será neste sábado, 30, às 19h. Esta é quarta transferência em seus 36 anos de sacerdócio, passou pela Diocese de Caçador e pela Diocese de Criciúma esteve em Nova Veneza e acompanhou o Cônego Amilcar Gabriel, após alguns anos foi transferido para a Paróquia Nossa Senhora da Salete no bairro Próspera, em Criciúma, e agora retorna para Nova Veneza.
Hoje com 66 anos, o religioso se diz mais desgastado em função de uma paróquia grande e muito exigente, para ele a transferência será um momento de desacelerar. Seu desafio será finalizar os sonhos e projetos iniciados no passado e motivar os fiéis.
“Há alguns desafios como o aspecto religioso que anda enfraquecido e o turismo religioso que precisa dar uma injeção nova. E para isso precisam de um sangue novo, o que não é um problema para mim, pois tenho muita energia. E com o fato de eu ter estado em uma paróquia grande, trago a experiência vivenciada lá. O grande desafio será dar um salto qualitativo na cidade, hoje as lideranças estão muito mais abertas. Houve uma caminhada muito grande e quero somar forças”, salientou Moretti.
Uma das preocupações do padre Vilmar é a falta do jovem dentro da igreja e pretende movimentar eles dentro da comunidade. “Irei fazer um processo de aproximação com celebrações conduzidas pelos jovens, principalmente nos domingos. Pretendo criar uma estrutura e voltar a se fazer algumas coisas que já se fazia. Naquela época já fazíamos semana da juventude e havia toda uma mobilização”, ressaltou.
Para o padre o que mais lhe marcou nestes 36 anos de sacerdócio foi a experiência que teve ao lado do Cônego Amilcar Gabriel.
“O que mais me marcou foi o fato de ter trabalhado com o padre Amilcar. Foi uma experiência muito grande e este retorno foi uma intercessão dele, pois sonhei com o padre Amilcar antes de ser transferido e esta foi a primeira vez que isto aconteceu. Quando eu passava em frente do monumento em sua homenagem eu sempre pedia a ele, se fosse para o meu bem e para o bem da comunidade que eu pudesse voltar”, contou.
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