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Um Tigre só no nome

O animal Tigre, feroz e valente, só se resume ao mascote do Criciúma Esporte Clube. Nome este dado as cores, por causa do preto e amarelo, e também da força que o clube tinha dentro do Heriberto Hülse ou até mesmo fora. Claro que a força em casa é muito maior, mas fora o time não deixava a desejar.

Porém, hoje, olhar o jeito inoperante dos atletas, que não dão um carrinho, não reclamam, apenas observam tudo tranquilamente, como se o Tricolor estivesse bem na tabela, chega a irritar. Moacir Júnior começou a informar que ainda tem jogador para estrear, que tem atleta lesionado, que tem situações “n” a melhorar, o problema, e o meu medo, é que, quando começa com essas desculpas, a ‘pedra no sapato’ é muito maior.

É preciso refletir, observar e tomar contar do que acontece no Criciúma. Já foram três rodadas, uma vitória e duas derrotas, a pior em campanhas quando a equipe conseguiu o acesso à Primeira Divisão. O problema, também, é que até na vitória contra o Mogi Mirim, o time penou para ganhar.

Tomara mesmo que os próximos dias, que serão de muito trabalho, aconteçam correções na frente, no meio e, também, na zaga. Adalberto já precisa de um banco, Barreto tem que voltar, Rafael Pereira precisa jogar na posição dele, e Neto Baiano precisa de dois pilares – dois jogadores com velocidade – para aproveitar o melhor dele.

Situações que podemos ver na próxima partida, mas, até o dia 30, vamos especular, comentar e analisar o que o treinador deve fazer.

 
Mateus Mastella

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