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Tinha que ganhar, que bom que ganhou!

O time do Bragantino não era “lá essas coisas”, tanto que não foi bem no Campeonato Paulista, mudou comissão técnica, fez uma parceria com o Corinthians e precisava se renovar.

Ao Criciúma, coube apagar o histórico do hexagonal e jogar esta partida, duvidosa. Foi lá, entrou, mostrou e venceu, não com um grande futebol, mas com um ataque fatal. E isso é o que importa.

O atual momento que se encontrava a equipe não poderíamos dar o luxo de projetar algo deste elenco que não fosse somente a vitória. Do time do estadual tinha duas mudanças: Paulo Sérgio e Moacir Júnior, o resto era igual. Jogar apenas para o gasto era o necessário para não viver com essa pressão durante a outra semana. Marcar um gol seria de bom tamanho, fazer dois e eliminar a partida de volta era um fato importante, balançar a rede por três vezes, então, é só comemorar.

A vitória, com ela, traz muitas situações importantes para o nosso clube: tempo, animo e confiança para determinar um trabalho. Copa do Brasil nos remete a boa lembrança e aos bons fluídos que possa acontecer nas próximas horas e momentos. Que bom que o Tricolor venceu.

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